Porque a Peterlongo pode usar o termo Champagne?

Porque a Peterlongo pode usar o termo Champagne?

Porque a Peterlongo pode usar o termo Champagne?

Você sabe qual é a diferença entre a nomenclatura Champagne e Espumante? Apesar destes termos serem bem confundidos, explicaremos o porquê do uso deste termo pela Peterlongo. 

Os espumantes, como os vinhos têm classificações diferentes por tipos ou estilos, seja pelo método de elaboração, quantidade de açúcar residual na garrafa ou mesmo da região em que a bebida foi elaborada. 

 

Para que um vinho seja considerado espumante, é necessário que ele apresente a presença de gás carbônico (borbulhas), conhecido como perlage, proveniente de uma fermentação da bebida na própria garrafa (método tradicional) ou em autoclaves (método charmat ou asti). Assim, para criar este perlage nos espumantes, o vinho sofre uma segunda fermentação, na qual recebe a adição do licor de tiragem. Além do açúcar, o licor tem a presença de leveduras fazendo com que produzam uma pequena quantidade de álcool e gás carbônico. No método tradicional ou charmat, após o término do açúcar, tendo em vista que as leveduras já o consumiram, o espumante é finalizado para chegar até os consumidores. A finalização do espumante consiste em retirar os resíduos de leveduras e adicionar o licor de expedição para classificar os espumantes de acordo com a quantidade de açúcar de cada estilo.

Já no método Asti/ Moscatel o produto é proveniente de uma única fermentação, onde o produto fermenta até atingir um determinado percentual de álcool e posteriormente é realizado o fechamento das válvulas para realizar o aprisionamento do gás carbônico. Quando o produto atingir 7,5% de álcool é realizada a parada de fermentação, com isso o produto apresenta uma grande quantidade de açúcar residual.

 

Sobre o termo Champagne

 

A denominação de origem Champagne, concedida em 1927, trata-se da designação dos espumantes elaborados na região de Champagne, localizada no nordeste da França. Porém, no Brasil  a Vinícola Peterlongo também utilizar este termo. 

 

Em 1974, a Peterlongo recebeu a autorização do Supremo Tribunal Federal com a lei 78.835, para manter a denominação champagne em seus rótulos. Isso aconteceu porque a bebida começou a ser elaborada em Garibaldi com todo o processo exigido em 1913, antes da regulamentação de Champagne de 1927. 

 

É por isso que hoje, utilizamos o termo com exclusividade em nossa linha ícone, amplamente premiada em concursos nacionais e internacionais. A linha Peterlongo Elegance que é considerada a primeira e única Champagne do Brasil. Elaborada pelo método tradicional, com fermentação parcial do vinho base em barricas de carvalho, a partir de uvas Chardonnay, da Serra Gaúcha e Serra do Sudeste, nas versões Brut e Nature, com autólise de 36 meses na própria garrafa.

 

Peterlongo Elegance Nature: Apresenta aspecto visual rico, de coloração amarelo palha e perlage fino, elegante e intenso. Aromas intensos de pão torrado, manteiga com boa complexidade e evolução, derivados do longo tempo de autólise. Paladar balanceado e boa cremosidade . Retrogosto amplo e intenso.

 

Peterlongo Elegance Brut : Apresenta aspecto visual rico, de coloração amarelo palha com reflexos dourados e fascinante perlage. Aroma sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera, perfeitamente aliado à notas de frutas secas e aromas tostados, resultantes do longo processo de maturação. Em boca apresenta complexidade, excelente cremosidade e volume finalizando com um incrível retrogosto, que remete a nuances de frutas secas e pão tostados.

 

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